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10 descobertas das mais incomuns feitas dentro de estátuas

Estátua é uma obra de escultura geralmente em relevo criada para representar uma entidade real ou imaginária. Elas são feitas desde a antiguidade, mostrando a representação de divindades, animais ou até mesmo figuras de pessoas reais.
Estas obras geralmente carregam os sentimentos, criticas e ainda características da época em que foram criadas, muitas delas estátuas escondem mistérios e segredos que levam séculos para serem descobertos. Assim nossa equipe de redação do site X4T, selecionou uma lista contendo algumas das coisas mais curiosas e estranhas que já foram encontradas dentro de estátuas. Vale a pena conferir!

1. Escritura do século 14 em uma escultura budista.
Uma escritura da dinastia Goryeo foi encontrada em 2017 dentro de uma estátua de Buda no templo de Silsangsa, em Jeolla do Norte, na Coreia do Sul. Os escritos, datados do século 14, tratam-se de uma reprodução do volume 396 do Mahaprajnaparamita Sutra, e fazem parte de uma coleção de aparentemente quatro peças semelhantes, sendo que outras três já foram encontradas em outros momentos na Coreia do Sul.

2. Pergaminhos e artefatos misteriosos dentro de outra estátua budista.
Ao que tudo indica, os budistas realmente gostam de esconder coisas dentro de estátuas. Recentemente, foi descoberto através de escaneamentos usando tecnologias modernas que uma estátua japonesa de mais de mil anos atrás esconde um tesouro misterioso: diversos artefatos antigos e pergaminhos nunca antes descobertos.
A estátua residia no templo Hokke-ji, na cidade japonesa de Nara, que foi a capital do país entre 710 e 794, e durante muitos anos se imaginou que ela poderia esconder algum tipo de tesouro. No entanto, como não havia interesse (felizmente) de destruir a obra de arte para analisar o que havia dentro dela, foi somente com a tecnologia moderna de escaneamentos 3D que os cientistas foram capazes de analisar o interior da estátua.


Foto: Reprodução/Pinterest

3. Uma cápsula do tempo dentro de uma estátua de Jesus Cristo.
Durante um procedimento de restauração de uma estátua de Jesus Cristo, intitulada “Cristo del Misere”, localizada na igreja de Santa Águeda, na Espanha, os restauradores descobriram que a peça aparentemente escondia algo em seu interior.
Oca, a estátua estava recheada de cartas de 1777, assinadas por um capelão chamado Joaquín Mínguez, da catedral Burgo de Osma. As cartas contavam como era a vida na época, incluindo os tipos de plantação feitos na região, a organização econômica e social da do país e as doenças mais comuns da época, como a febre tifoide. Ao que tudo indica, a ideia das cartas era que servissem como uma espécie de “cápsula do tempo” para as próximas gerações.

4. Dentes humanos em uma estátua de Jesus.
Em 2014, uma descoberta no mínimo curiosa chocou pesquisadores do México, que encontraram dentes humanos em uma estátua de Jesus Cristo de aproximadamente 300 anos de idade. A obra, intitulada “Jesus da Paciência”, passava por um procedimento de restauração, quando os especialistas perceberam a presença de dentes humanos reais na região da boca da figura.
Não se sabe exatamente o motivo pelo qual os dentes foram colocados ali, mas não é nenhuma novidade que os antigos mexicanos costumavam utilizar partes do corpo humano – como cabelos, unhas e, como se observou neste caso, dentes para ornamentar estátuas.
Acredita-se que os dentes tenham pertencido a um devoto que tinha a vontade de ter seus dentes doados para a Igreja Católica.


Foto: Reprodução/Pinterest

5. Estátua feita de cocaína.
Em uma tentativa de disfarçar a droga, traficantes estadunidenses misturaram 3kg de cocaína com outras substâncias para moldar uma estátua de Jesus Cristo que, posteriormente, seria pintada.
O que os criminosos não estavam esperando era que um cão farejador muito bem treinado conseguisse perceber a presença de algo estranho na estátua, o que levantou a atenção dos funcionários do aeroporto por onde estava passando a estátua. Após análises, foi confirmada a presença da droga, que poderia valer cerca de 30 mil dólares, de acordo com estimativas da época.

6. Garrafa com mensagens em uma estátua da Praça Tiradentes, em Curitiba.
Durante procedimentos de restauração realizados em uma estátua inaugurada em 1938, na Praça Tiradentes, em Curitiba, foi encontrada em 2013 uma garrafa com uma série de escritos e peças de metal. A estátua foi feita por João Turin, que viveu entre 1878 e 1949.
Após análises, foi revelado que a carta encontrada dentro da garrafa tratava-se de um registro da inauguração da estátua em seu local atual, bem como a existência de um possível cápsula do tempo, enterrada em algum outro lugar da praça.

7. Chaves e cartas de amor em uma estátua de Julieta, do romance Romeu e Julieta.
No ano de 2015, durante o período do Dia dos Namorados, especialistas italianos estavam realizando uma restauração em uma estátua de Julieta quando perceberam que ela estava cheia de cartas de amor e chaves em seu interior.
Os especialistas acreditam que os objetos tenham sido colocados para dentro da estátua por meio de pequenas frestas e rachaduras que a peça apresentava há anos, resultado da ação do tempo e do próprio comportamento dos visitantes e turistas, que costumavam tocar na estátua em busca de boa sorte.


Foto: Reprodução/Pinterest

8. Estátua de ouro escondida por mais de um século dentro de outra estátua.
Uma estátua de 2,7 metros, intitulada “Phra Phuttha Maha Suwan Patimakon”, chegou em Bangkok, na Tailândia, em 1801, sem causar muito alvoroço. Coberta de estuque, uma espécie de argamassa feita com gesso, areia, mármore e cal, a estátua nunca chamou muita atenção por seu valor. Passando por vários templos, ela chegou no templo de Wat Traimit em 1935, onde foi colocada exposta ao ar livre, no lado de fora do local, protegida da ação da natureza e do tempo apenas por um pequeno telhado.
Vinte anos mais tarde, quando estava sendo preparada para ser transportada mais uma vez, ela acabou caindo e rachando de forma considerável, revelando um segredo muito bem escondido por mais de um século. Dentro do “disfarce” feito de estuque, estava uma estátua de ouro maciço, dividida em nove blocos, que podiam ser desconectados para o transporte da peça. Acredita-se que a estátua tenha sido feita em algum momento durante o século 14, mas não se sabe o motivo pelo qual foi feita a camada de estuque.


Foto: Reprodução/Pinterest

9. Dinheiro antigo.
Há poucos anos, em 2016, um grupo de especialistas australianos encontraram uma espécie extremamente antiga de dinheiro dentro de uma estátua chinesa que representava a cabeça de Buda. O papel-moeda, impresso em meados de 1371, valia cerca de 1000 moedas de bronze da época, e contava inclusive com mensagens que incentivavam os chineses a denunciar malfeitores, que na época eram executados por decapitação.
Trata-se, de acordo com os especialistas, de uma das formas mais antigas de dinheiro em papel já utilizadas pela humanidade. Na Europa, para se ter uma ideia, o papel só começaria a ser utilizado como dinheiro cerca de 300 anos depois. Antes disso, apenas as moedas possuíam este tipo de valor de troca. A descoberta foi feita totalmente por acaso, quando a estátua estava sendo preparada para ser oferecida em um leilão.


Foto: Reprodução/Pinterest

10. O esqueleto de um monge budista dentro de uma estátua de Buda.
Em meados dos anos 90, os restos mortais de um monge budista falecido há mil anos foram encontrados dentro de uma estátua de Buda, revelando um ato extremo de devoção praticado pelos monges da época. O procedimento, ao que tudo indica, foi feito depois de um processo chamado de “auto-mumificação”, pelo qual o próprio monge mumificava seu corpo, enquanto morria lentamente.
Depois de morto, seu corpo era enterrado e posteriormente exumado por outros monges, que verificavam se ele realmente havia sido preservado ou se já havia entrado em estado de decomposição.
Caso a mumificação tivesse dado certo, o corpo era então revestido pela estátua. Este caso, registrado nos anos 90, é um dos únicos conhecidos até então.


Foto: Reprodução/Pinterest

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Artigo escrito por Alex Valadares, engenheiro eletricista por formação e grande admirador do mundo da arquitetura e curiosidades do mundo. Fundador, produtor, editor e roteirista do site X4T e página Portal na rede.

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